Melasma: o que é, causas, sintomas, e tratamento

Melasma no rosto? Veja outros lugares que a doença pode se manifestar.

Melasma: o que é, causas, sintomas, e tratamento
O melasma pode afetar a sua autoestima e a sua qualidade de vida Foto: Freepik

O melasma é um problema de pele que afeta a qualidade de vida e a autoestima de uma pessoa. É importante conhecer alguns detalhes dessa condição, como o que é melasma, se melasma no rosto é a única ocorrência e se melasma tem cura ou tratamento.

O que é melasma?

O melasma é a hiperpigmentação da pele, devido à concentração de melanina, proteína que garante a coloração da pele. Essa condição é caracterizada pelo surgimento de manchas castanho-escuras ou marrom-acinzentadas na pele, com limites bem demarcados, formato irregular e tamanho variável.

As pessoas mais vulneráveis ao melasma são as de pele morena em tons mais escuros, já que produzem mais melanina naturalmente. Assim, a alta concentração de melanina é favorecida e o surgimento do melasma também.

Existem três tipos de melasma.

Epidérmico

O epidérmico é quando a camada mais superficial da pele, a epiderme, é afetada.

Dérmico

No dérmico, o acúmulo de melanina acontece ao redor dos vasos superficiais e profundos.

Misto

O terceiro tipo é o misto, no qual o melasma ocorre na epiderme, na derme e em outras regiões.

Melasma no rosto? Veja outros lugares que a doença pode se manifestar

A ocorrência mais comum do melasma é no rosto, na região das maçãs do rosto, da testa e do lábio superior, no queixo e nas têmporas. Mesmo assim, o melasma pode se manifestar em outros lugares do corpo, como o colo, o pescoço, o braço e o antebraço.

Independentemente do local afetado, é mais frequente em mulheres em fase reprodutiva, ou seja, entre 20 e 50 anos. É raro se manifestar na puberdade, e os homens representam apenas 10% dos afetados.

Causas do melasma

As causas do melasma ainda não estão definidas. Sabe-se que a exposição aos raios ultravioletas e à luz visível estimulam a atividade da célula que produz melanina, podendo desencadear o melasma. Uma prova dessa teoria é que o melasma surge em regiões do corpo mais expostas ao sol.

Como consta na coluna do Dr. Dráuzio Varella, pesquisas apontam que a radiação ultravioleta, o raio X, as micro-ondas, o infravermelho e os raios gama podem provocar alterações na produção de melanina, que em excesso se transforma em melasma. As luzes visíveis também tem esse efeito, mas em menor grau.

Além disso, alterações hormonais podem estar ligadas ao surgimento de melasma. Com a gravidez e o uso de anticoncepcional, alguns hormônios são produzidos, como a progesterona, e estimulam a produção de melanina e a hiperpigmentação da pele, resultando no surgimento do melasma.

Fatores de risco

Mesmo sem causas definidas para o melasma, alguns fatores de risco podem contribuir para o aparecimento do melasma. Entre eles, estão:

  • Ser mulher em idade reprodutiva (entre 20 e 50 anos);
  • Possuir tom de pele mais escuro;
  • Se expor aos raios ultravioletas sem proteção;
  • Fazer uso de anticoncepcional ou de terapia hormonal;
  • Estar grávida;
  • Ter disfunção na tireoide;
  • Usar cosméticos irritantes;
  • Usar remédio para tratamento da hipertensão ou da epilepsia;

Sintomas do melasma

O melasma é uma condição dermatológica somente estética, na maioria das vezes. Seu sintoma principal é o surgimento de manchas escuras, planas, sem crostas, de formato irregular e bem delimitado. A intensidade da coloração depende da quantidade de melanina acumulada.

Para saber se a mancha é realmente melasma, é necessário fazer um diagnóstico médico. O especialista, geralmente um dermatologista, levará em consideração o histórico pessoal e familiar, e fará um exame com a lâmpada de Wood para confirmar o diagnóstico.

O melasma tem cura?

O melasma é um problema de pele que não tem cura. Existem tratamentos para controlar as manchas, mas ainda não existe uma solução definitiva para a condição.

Melasma tratamento

Mesmo sem cura, hoje em dia, existem vários tratamentos que possibilitam o clareamento das manchas. Feitos com o acompanhamento do dermatologista, o tratamento prevê uma série de medidas para clarear, estabilizar e impedir que o pigmento volte.

Os tratamentos disponíveis utilizam remédios tópicos, aplicados na superfície da pele, ou procedimentos estéticos O mais comum é associar essas terapias. Confira alguns dos tratamentos indicados:

Fotoproteção

 É o ponto de partida para o tratamento e utilizado em conjunto com outros tratamentos. É a aplicação, nas áreas com melasma, de filtro solar potente, físico e químico, com FPS alto e, preferencialmente, com proteção contra raios ultravioletas A e B.

Cremes

Eles ajudam na remoção das manchas, e os resultados começam a aparecer depois de dois meses de uso. Esse tratamento não funciona com todos os pacientes, e para alcançar o resultado máximo pode levar meses ou anos. Os cremes mais usados são à base de hidroquinona, ácido glicólico, ácido retinóico e ácido azeláico. Receitas caseiras não são indicadas, pois pioram o melasma.

Peelings

Existem diversos tipos, e eles ajudam a acelerar a remoção do excesso de melanina e a facilitar a penetração dos tratamentos tópicos, como os cremes.

Lazer e luz pulsada

Caso os outros tratamentos não tenham efeito no paciente, é ao lazer que ele deve recorrer. O uso dessa terapia exige muito cuidado, pois se feito de maneira inadequada, pode piorar o melasma.

Se o melasma for hormonal, o tratamento deve ser associado ao acompanhamento do nível de hormônios. Caso o melasma surja durante a gravidez, a tendência é que as manchas sumam aos poucos depois do parto.

Prevenção para o melasma

É possível, e fundamental, prevenir o aparecimento do melasma, evitando o aparecimento das manchas escuras na pele. O principal meio de evitar esse problema de pele é com a proteção solar.

É fundamental o uso diário do protetor solar contra raios ultravioleta A e B, mesmo se o dia estiver nublado, chuvoso ou se você não for sair de casa. Aparelhos como computador, celular e televisão emitem raios que podem causar melasma.

A reaplicação do filtro solar também é muito importante. Para uma proteção completa e duradoura, é recomendado que o produto seja reaplicado a cada duas horas, e sempre que molhar a pele ou suar muito.

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Se você notar manchas escuras na pele, é importante se consultar com um médico dermatologista. Ele pode fazer o diagnóstico do melasma e indicar os tratamentos ideias para essa condição. O Centro Médico CADEG é o lugar ideal para você fazer essa avaliação com um profissional especializado.

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